Blog do Magnos Alves – MossoróRN e Região

Vilma confirma participação na procissão de Santa Luzia

A atual vice-prefeita e vereadora eleita por Natal, Vilma de Faria, confirmou participação na procissão de Santa Luzia na próxima terça-feira (13), em Mossoró. Presidente estadual do PTdoB, a ex-governadora confirmou que vem a Mossoró ao presidente municipal da legenda, Franklin Robson, durante reunião em Natal.

“Além de se integrar à procissão de Santa Lúzia, Wilma Faria manterá contatos políticos importantes para a gestão de nosso partido”, destaca Franklin.

Postado em 9 de dezembro de 2016

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Silveira fala em quitar folha de novembro antes do Natal e confirma que comissionados já receberam

Apesar do silêncio adotado pela Prefeitura de Mossoró no tocante ao pagamento dos salários dos servidores nos últimos meses, o BLOG DO MAGNOS conseguiu falar com a secretária municipal de Comunicação, Luziária Machado, há pouco no Facebook sobre o pagamento do mês de novembro.

 

A secretária informou que nesta sexta-feira (09) foi feito o depósito dos salários dos servidores das secretarias de Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Econômico, Infraestrutura, Administração, Comunicação, Gabinete, Planejamento, Controladoria, Procuradoria e Consultoria, além de estagiários, servidores do AFIM e Educação que recebem até R$ 2 mil.

 

No entanto, dinheiro no bolso mesmo, o servidor só vai ter na próxima semana, possivelmente na terça-feira (13), quando os salários já deverão estar disponíveis para saque.

 

Os servidores da Educação que ganham mais de R$ 2 mil e os demais que ainda não receberam, não existe data certa para o pagamento. “O restante deverá ser pago na próxima semana”, declarou Luziária Machado.

 

Logo depois dessa conversa, o prefeito Silveira Júnior (PSD) foi ao Facebook, em mais uma live, que ele titulou de “boas notícias”, e falou sobre o pagamento dos salários de novembro, onde confirmou que pagou primeiro aos servidores comissionados.

 

O prefeito prometeu ainda concluir a folha de novembro antes do Natal. Silveira disse anda que “se der tempo” vai entrar na folha de dezembro.

 

Confira a live do prefeito: https://www.facebook.com/franciscojose.silveira/videos/10202509736182000/

 

 

Postado em 9 de dezembro de 2016

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Central do Cidadão de Mossoró começa a realizar protocolo da carteira de trabalho a partir do dia 15

A Central do Cidadão de Mossoró irá implantar, a partir do dia 15 de dezembro, o sistema para realização do protocolo de emissão da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).

Os funcionários já passaram por treinamento para realização do serviço e os equipamentos necessários já estão sendo instalados pelos técnicos da Sethas-RN. A previsão é que sejam realizados 600 protocolos por mês. Com isso, será reduzida a demanda reprimida da região. Atualmente, apenas a Superintendência Regional do Trabalho emite a carteira de trabalho em Mossoró.

 

Postado em 8 de dezembro de 2016

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Gestão de Mossoró é reprovada em índice divulgado pelo TCE

A gestão de Mossoró foi reprovada pelo Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEGM) divulgado hoje pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

 

Mossoró recebeu a nota C+, a segunda pior de cinco possíveis. A gestão local foi classificada como “em fase de adequação”, fora dos níveis de aprovação: B (efetiva), B+ (muito efetiva) e A (altamente efetiva).

 

Apenas 15 municípios do estado tiraram nota B: Upanema, Baía Formosa, Caraúbas, Carnaubais, Equador, Goianinha, Jardim de Piranhas, Lajes, Macaíba, Major Sales, Martins, Riacho da Cruz, São Gonçalo do Amarante, São José do Seridó e Taboleiro Grande. Outros 83 municípios receberam nota C+ e outros 64 nota C, com “baixo nível de adequação”.

 

O índice tem como objetivo avaliar as ações dos governos em relação às exigências da sociedade, apurando a qualidade dos gastos públicos e os resultados efetivos dos serviços prestados ao cidadão. Questões como Educação, Saúde, Gestão fiscal, Meio Ambiente, Governança em tecnologia da Informação, Cidades Protegidas e Planejamento integram o leque de questionários respondidos, de forma obrigatória,  pelos gestores. Os dados foram cruzados com outras informações, entre os quais do SIAI, culminando numa pontuação que revela, entre outras situações, como se posiciona o município frente a aspectos significativos da administração.

 

 

 

Postado em 7 de dezembro de 2016

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Vereadores exigem exoneração de Procurador da Câmara e anunciam suspensão de sessões até que sejam atendidos

O clima entre o presidente da Câmara de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), e boa parte dos seus colegas vereadores fica a cada dia pior. Após serem chamados de “corja” pelo Procurador da Casa, Kennedy Salvador, um grupo de parlamentares exige a sua exoneração.

 

Kennedy é homem de confiança de Jório e, ao lado do irmão, Nicanor Salvador, exonerado por recomendação do Ministério Público Estadual, que viu nepotismo na ocupação de cargos comissionados pelos dois na Câmara.

 

A cabeça de Kennedy foi pedida pelos vereadores Lairinho Rosado (PSB), Alex Moacir (PMDB), Izabel Montenegro (PMDB), Ricardo de Dodoca (Pros), Narcizo Silva (PR), Genivan Vale (PDT), Soldado Jadson (SD), Celso Lanches (PSC), Lucélio Guilherme (PTB) e Francisco Carlos (PP). Tomaz Neto (PDT) também deve reforçar o pedido.

 

Se não forem atendidos, os vereadores garantem que a sessão desta quarta-feira (07) para votação do Orçamento 2017 em segundo turno não será realizada.

 

O BLOG DO MAGNOS não conseguiu falar com Jório. Também não sabemos quem está respondendo pela assessoria de comunicação da Câmara, já que o Diretor de Comunicação da Casa foi dispensado no pacote de 143 exonerações.

 

 

Postado em 6 de dezembro de 2016

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Renato Fernandes assume presidência estadual do PSC nesta quinta (08)

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Agricultura e Turismo (SEDAT) de Mossoró, Renato Fernandes, será empossado na presidência estadual do Partido Social Cristão (PSC) em solenidade que vai acontecer quinta-feira (8), às 16h, na Câmara Municipal de Natal.

A solenidade de posse terá a presença do presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo. A nova composição estadual da legenda será composta por 11 integrantes.

Renato Fernandes assume o comando estadual da legenda com a experiência de assessor parlamentar na Câmara dos Deputados, ex-secretário de Estado do Turismo, ex-presidente Previ-Mossoró, ex-diretor-presidente da Companhia Docas do RN (Codern) e ex-vereador de Caraúbas e Mossoró.

Postado em 6 de dezembro de 2016

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Sessão é esvaziada e “pauta bomba” não é votada pela Câmara de Mossoró

O prefeito de Mossoró, Silveira Júnior (PSD), deve estar cuspindo fogo neste momento. Ainda não foi na sessão desta terça-feira (06) que a Câmara Municipal aprovou dois projetos de interesse pessoal do chefe do Executivo mossoroense.

 

Vários vereadores esvaziaram o plenário e a sessão foi encerrada por falta de quórum antes da votação da permuta de um terreno no Nova Betânea para a empresa Facene e da criação da Agência Mossoroense de Regulação dos Serviços Públicos (AMR).

 

A sessão hoje foi longa e tumultuada. Servidores exonerados lotaram as galerias e houve uma longa troca de acusações entre o presidente da Câmara, Jório Nogueira (PSD), e vários vereadores.

 

Com o insucesso de hoje, Silveira terá apenas a sessão desta quarta-feira (07) para tentar aprovar os dois projetos. Depois disso, a Câmara entra em recesso.

Postado em 6 de dezembro de 2016

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Câmara adota posturas diferentes com servidores

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A Câmara de Mossoró tem adotado posturas bem diferentes no trato com os servidores. Alguns são tratados com privilégios, mas a maioria tradada com desdém.

O vereador Genivan Vale (PDT) chama a atenção para um caso que evidencia bem esse tratamento. Ele observa que o assessor especial da Presidência, Licanor Salvador, e a assessora da 1ª Secretaria, Sanzia Jamile, foram exonerados por Jório no último dia 04 de outubro, mas, enquanto Licanor recebeu sua rescisão no mesmo dia, Sanzia ainda aguarda o pagamento.

Dados do Jornal Oficial do Município (JOM) e do Portal da Transparência da Câmara comprovam a agilidade da atual gestão para pagar a rescisão de R$ 10.775,39 ao assessor especial de Jório Nogueira (PDS) e, ao mesmo tempo, a lentidão para cumprir com o mesmo compromisso com a assessora da 1ª Secretaria, cujo titular é o vereador Genilson Alves (PMN).

Segundo vários vereadores, ao longo da gestão de Jório, poucos servidores receberam 13° e férias, “apenas os mais chegados do presidente e dos vereadores que estavam mais próximos a ele”, afirmaram vários parlamentares.

 

Postado em 5 de dezembro de 2016

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Contas da Câmara de Mossoró não batem

A crise entre o presidente da Câmara de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), e praticamente todos os demais vereadores, depois que ele decidiu exonerar praticamente todos os assessores dos gabinetes dos parlamentares, chamou a atenção para a dissonância dos números apresentados pela Presidência da Casa e pela “bancada” de oposição a Jório.

Enquanto o presidente alega rombo superior a R$ 1 milhão nas contas do legislativo mossoroense, o grupo de vereadores apresentou documento que apontaria um saldo superior a R$ 800 mil ao final deste ano de 2016.

Enquanto Jório alega que herdou um déficit orçamentário de R$ 2,9 milhões, os vereadores apontam para uma “folga” financeira e orçamentária de R$ 3,1 milhões ao longo de 2016.

O presidente do legislativo mossoroense dividiu a “herança maldita” que teria recebido da seguinte forma: R$ 770.000,00 da gestão anterior, decorrente de despesas diversas; R$ 1.347.000,00 originado pela criação, em dezembro de 2014, do sétimo cargo de assessor de gabinete (total de 21 cargos); R$ 336.000,00 do acréscimo de R$ 1.000,00 na verba de gabinete de cada vereador; e R$ 448 mil do reconhecimento de dívida com o Instituto de Previdência dos Servidores da Prefeitura de Mossoró (Previ Mossoró), segundo ele, provenientes de gestões anteriores.

Antecessor de Jório na presidência da Câmara, o vereador Francisco Carlos (PP) rebate os números apresentados pelo atual presidente.

O ex-presidente afirma que deixou a Casa com déficit inferior a R$ 500.000,00. “Assumi com uma projeção de déficit de R$ 1,425 milhão. Reduzi o déficit para um terço, com apenas sete meses de gestão.”, argumenta.

Francisco Carlos observa que só os recursos repassados para a Fundação Aldenor Nogueira, criada por Jório em homenagem ao seu pai, teriam sido suficientes para equalizar o déficit que ele deixou. A Fundação recebeu cerca de R$ 600 mil.

O ex-presidente assegurou ainda que não fez nenhum parcelamento com a Previ e informou que a dívida que Jório diz ter herdado, seria do ano corrente, da gestão do atual presidente.

Em nota divulgada na última quinta-feira (01), 17 vereadores afirmam que a Casa recuperou R$ 800 mil de crédito junto ao INSS e deixou de gastar R$ 2,3 milhões, que constavam no orçamento para pagamento da verba indenizatória e despesas com comunicação que não foram efetuadas. “Além disso, registram-se aposentadorias de diversos servidores efetivos”, observa o grupo de parlamentares.

Francisco Carlos acrescentou que não é possível fazer uma avaliação muito detalhada da situação financeira da Câmara, “porque ele (Jório) não divulga dados oficiais”. “Já falou em R$ 1,5 milhão de déficit, semana passada apresentou planilha com R$ 770 mil e, agora, anuncia R$ 1,085 milhão. Em abril, durante aquela questão com a verba de gabinete, declarou, na presença dos vereadores, que o problema não era financeiro e orçamentário. Agora, anuncia esse desastre”, questiona.

Para o grupo de vereadores, o presidente não apresentou justificativas para diversas despesas realizadas, “sem as quais a situação seria totalmente diferente, prefere tentar esconder sua incompetência gerencial no termo “gestões anteriores”, sem assumir que aumentou as despesas da casa”, criticou.

Os vereadores observaram ainda que o repasse mensal do Duodécimo cresceu nos dois anos de gestão de Jório, saltando de R$ 1.369.409,05, em 2015, para R$ 1.478.307,10, em 2015, e para R$ 1.563.236,03, até outubro de 2016. “Aumento de cerca de R$ 200.000 mensais de 2014 para 2016. Percebe-se que a palavra crise financeira não caberia para a gestão Jório Nogueira, que viu seus repasses aumentar mês a mês”, observam os parlamentares.

A assessoria de comunicação da Câmara informou que Jório não iria se posicionar a respeito da nota divulgada pelo vereadores Alex do Frango (PMB), Alex Moacir (PMDB), Celso Lanches (PSC), Cícera Nogueira (PSD), Flávio Tácito (PPL), Francisco Carlos (PP), Genilson Alves (PMN), Genivan Vale (PDT), Heró Alves (PROS), Izabel Montenegro (PMDB), Lairinho Rosado (PSB), Lucélio Guilherme (PTB), Nacízio Silva (PR), Ricardo de Dodoca (PROS), Soldado Jadson (SD), Tassyo Mardony (PSDB) e Vingt-Un Rosado (PSDB).

 

Postado em 5 de dezembro de 2016

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Em nota, 17 vereadores questionam déficit da Câmara e fazem denúncias contra Jório

U m grupo de 17 vereadores de Mossoró, de um total de 21, acabam de divulgar nota em resposta ao ato do presidente da Câmara, Jório Nogueira, de exonerar 143 servidores comissionados.

A nota é recheada de questionamentos e denúncias contra Jório Nogueira, incluindo o pagamento irregular de férias para uma servidora, namorado do filho do ex-procurador da Casa, além do pagamento em dinheiro de licença prêmio-vencida para um servidor que foi um dos coordenadores da campanha do presidente.

Além de Jório, apenas os vereadores Tomaz Neto, Claudionor dos Santos e Manoel Bezerra não assinam a nota conjunta.

Confira a nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Os vereadores da Câmara Municipal de Mossoró que subscrevem este documento, vem a público em primeiro lugar para se solidarizar com os 126 homens e mulheres, trabalhadores, que se esforçam para servir à Mossoró e que, justamente no mês natalino, recebem através de redes sociais a notícia de que foram demitidos, sem receber seus direitos trabalhistas e sem prévia comunicação, colocando-os em muita dificuldade. Queremos também repudiar nota emitida pela Presidência da Câmara municipal e solicitar esclarecimentos ao vereador Jório Nogueira quanto ao desastre da sua gestão financeira e orçamentária

O presidente divulgou inicialmente que a Casa precisava demitir assessores dos gabinetes dos vereadores, para solucionar o déficit orçamentário e financeiro estimado em R$ 1,5 milhões. Agora, poucos dias depois, indica que a necessidade de ajuste é da ordem de R$ 1,085 milhões. Os vereadores exigem explicações em relação aos seguintes questões:

1. Qual o motivo pelo qual a gestão não identificou e divulgou esse problema no início de sua gestão em 2015, propondo e discutindo os ajustes necessários?;

2. No mês de abril de 2016, o presidente declarou, na Presença todos os vereadores, que não havia problema financeiros ou orçamentários na casa. Ele não sabia o que estava acontecendo ou estava mentindo?;

3. Se não havia dinheiro para assumir as despesas, como a gestão criou, ainda em 2015, a Fundação Aldenor Nogueira, que custa R$ 600.000 por ano?;

4. A situação não é justificável, pois a Casa recuperou R$ 800 mil de crédito junto ao INSS. Some-se a esse valor, cerca de R$ 2,3 milhões, que constavam no orçamento para pagamento da verba indenizatória e despesas com comunicação que não efetuadas, totalizando R$ 3,1 milhões de “folga” financeira e orçamentária;

5. Além disso, registram-se aposentadorias de diversos servidores efetivos;

6. Contudo, ao contrário de apresentar saldo, o presidente apresenta um déficit de R$ 1,085 milhão, fato incompreensível;

7. Com a realização de demissão em massa no último mês do ano, Jório vai deixar os recursos necessários para pagamento de todas as rescisões trabalhistas, com indenizações por férias, 1/3 de férias, etc?;

8. O presidente não apresentou justificativas para diversas despesas realizadas, sem as quais a situação seria totalmente diferente, prefere tentar esconder sua incompetência gerencial no termo “gestões anteriores”, sem assumir que aumentou as despesas da casa;

9. O presidente fala que “reconheceu dívida com o Instituto de Previdência dos Servidores da Prefeitura de Mossoró”. A dívida é do exercício corrente, sob comando do próprio Jório Nogueira, que atrasou o pagamento;

10. Jório afirma ainda que o sétimo assessor causou “déficit”, mas não informa que, mesmo com orçamento menor, até 2013 todos os gabinetes tinham 07 (sete) assessores;

11. Jório não explica porque paga gratificação a cargos comissionados, ou porque antecipou seletivamente o pagamento a diversas pessoas que foram demitidas e, ainda mais porque pagou em dinheiro a licença prêmio-vencida (servidor, que foi um dos coordenadores da campanha do presidente, vendeu a licença prêmio). Isso é legal?;

12. Em crise financeira, Jório indenizou as férias da servidora Renata Isadora Melo da Silva (namorada do filho do procurador da Casa), num total de R$ 11.995,20, no mês de outubro, conforme consta no Portal da Transparência;

13. Em 2014, a Casa gastava em média R$ 18,7 mil por mês com aluguel; em 2015 saltou para R$ 23,4 mil; e em 2016 saltou para impressionantes R$ 31 mil por mês;

14. Em sua gestão, a empresa BARBARA GRACIELY DA SILVA BEZERRA recebeu na gestão do atual presidente quase R$ 100.000 para manutenção dos ar-condicionado do plenário. Quantas máquinas foram assistidas? Pois dos gabinetes é custeada pelos vereadores.

15. Mesmo não compreendendo essa situação, pela qual exigimos explicações, convidamos o presidente para que ele apresentasse documentos oficiais com a situação, para discutirmos propostas para solucionar esse desastre gerencial, porém não obtivemos.

16. Entre outras possibilidades, a Casa deve rescindir contratos com empresas privadas em valor equivalente à necessidade orçamentária, já que estamos para encerrar o ano legislativo, que recomeçará em fevereiro de 2017. Nesse caso, é possível suspender despesas com manutenção dos gabinetes, material de expediente, limpeza e segurança, entre outras.

17. Se o presidente é tão honesto quanto diz, por qual motivo NUNCA respeitou o Art. 52, VIII da Lei Orgânica do Município e Art. 26, VII, C e Art. 37 do Regimento Interno, que determina que a Mesa Diretora apresente prestação de contas do mês anterior em plenário, apesar de exaustivamente cobrado pelos edis?

18. Para finalizar, o repasse mensal do Duodécimo em 2014 foi de R$ 1.369.409,05; em 2015 saltou para R$ 1.478.307,10; já em 2016, até outubro, o repasse mensal ficou em R$ 1.563.236,03. Aumento de cerca de R$ 200.000 mensais de 2014 para 2016. Percebe-se que a palavra crise financeira não caberia para a gestão Jório Nogueira, que viu seus repasses aumentar mês a mês.

Alex do Frango

Alex Moacir

Celso Lanches

Cícera Nogueira

Flávio Tácito

Francisco Carlos

Genilson Alves

Genivan Vale

Heró Alves

Izabel Montenegro

Lahyre Neto

Lucélio Guilherme

Nacízio Silva

Ricardo de Dodoca

Soldado Jadson

Tassyo Mardony

Vingt-Un Rosado

 

Confira na íntegra o comunicado feito por Jório 

COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA

O presidente da Câmara Municipal de Mossoró esclarece à sociedade mossoroense medidas para adequação orçamentária e financeira do Poder Legislativo Municipal, em consonância com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Após longo e detalhado estudo da realidade orçamentária e financeira da Câmara Municipal de Mossoró, realizado por equipe técnica do Legislativo, o Comitê de Gestão Integrada da Casa recomendou à Presidência medidas no sentido de gerar equilíbrio orçamentário na ordem de 1 milhão e 85 mil Reais para o fechamento do biênio 2015/2016, propiciando melhores condições para futura gestão administrar a Casa em 2017/2018.

Assim, o Presidente da Câmara Municipal de Mossoró esclarece que o fato gerador do déficit orçamentário se deu em virtude das ocorrências alheias à sua vontade e abaixo relacionadas:

I – Recebeu da gestão anterior déficit orçamentário e financeiro da ordem de 770 mil Reais, decorrente de despesas diversas.

II – Recebeu da gestão antecessora déficit orçamentário originado pela criação, em dezembro de 2014, do sétimo cargo de assessor de gabinete (total de 21 cargos), o que gerou uma despesa orçamentária, incluindo recolhimento previdenciário, da ordem de 1 milhão e 347 mil nos dois anos da gestão 2015/2016.

III – Recebeu da gestão anterior acréscimo de 1 mil Reais na verba de gabinete de cada vereador, que, somado no biênio 2015/2016, perfaz o total R$ 336 mil.

IV – Reconheceu dívida com o Instituto de Previdência dos Servidores da Prefeitura de Mossoró (Previ Mossoró), provenientes de gestões anteriores, na ordem de 448 mil Reais.

O presidente esclarece ainda que aguardou até o presente momento para tomar as medidas cabíveis, a fim de buscar o equilíbrio orçamentário, ao fato da espera de parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN), no qual estava sendo discutida a ampliação da base de cálculo do duodécimo das Câmaras Municipais, o que ocorreu tão somente em novembro de 2016.

Ponto não menos importante é o fato de que qualquer medida a título de exoneração de pessoal, realizado no mês de dezembro, causaria menor reflexo nas atividades parlamentares, em virtude do recesso parlamentar.

Esclareça-se, por oportuno, que a soma dos valores acima citados supera a cifra de 2 milhões e 900 mil Reais, o que já seria suficiente para esclarecer a origem do déficit orçamentário existente, no entanto, o presidente continuará esclarecendo para elucidar qualquer dúvida junto à sociedade mossoroense.

Observe-se que, comparando o desequilíbrio herdado de 2 milhões e 900 mil Reais e a necessidade de adequar 1 milhão e 85 mil Reais, a atual gestão de fato fez uma economia considerável, com possibilidade, inclusive, de devolução de recursos ao município.

O Presidente esclarece ainda que, durante as inúmeras tentativas de encontrar soluções no sentido de equacionar o problema, esteve reunido com o Ministério Público do Rio Grande do Norte, na tentativa de encontrar um norte que atendesse à necessidade orçamentária da Câmara Municipal de Mossoró dentro dos princípios da legalidade.

Em virtude da situação supracitada, em data de 1º de dezembro de 2016, o presidente da Câmara Municipal de Mossoró decidiu, em consonância e acatamento das orientações técnicas e jurídicas, a efetuar os cortes necessários, na busca de equilibrar o orçamento do Poder Legislativo Municipal.

Como medida primeira, o presidente decidiu por exonerar, aproximadamente, 50% dos cargos comissionados do gabinete da Presidência, bem como 6 assessores de cada gabinete de vereador, mantendo, em cada gabinete, um assessor parlamentar, perfazendo o total de 143 servidores exonerados.

Simultâneo a isso, para garantir o funcionamento dos gabinetes dos edis, o presidente criou uma comissão permanente, que ficará à disposição dos vereadores durante todo o período do recesso parlamentar.

Esclarece também que, após implantadas tais medidas, o presidente consultará a equipe técnica a respeito da nova situação orçamentária e financeira e continuará buscando todas as medidas que forem necessárias, para que o encerramento das contas da Câmara Municipal corra dentro do que prevê a Legislação pertinente.

A Câmara Municipal de Mossoró fará todos os esforços para não deixar, à gestão sucessora, qualquer dívida com pessoal e fornecedores. Inclusive, com a possibilidade de devolução de valores ao Município, o que será esclarecido à sociedade na data oportuna, informando se ocorreu e o valor efetivamente devolvido.

Por fim, fique esclarecido que o problema ocorrido na Câmara Municipal de Mossoró é tão somente de ordem orçamentária, e não financeiro, pelo que está devidamente esclarecido na exposição acima, e que as medidas tomadas visam à austeridade administrativa e correto fechamento das contas da Casa, tudo conforme a legislação vigente e orientação dos órgãos de fiscalização.

Presidência da Câmara Municipal de Mossoró

 

 

Postado em 1 de dezembro de 2016

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